No dia 21 de julho de 2024 às 9h na Matriz Santo Antônio de Pádua em Porangatu, aconteceu a ordenação diaconal de três diáconos: um transitório (José Roberto) e dois permanentes (José Pinheiro e Fabrício Felipe). A ordenação diaconal ocorreu por imposição das mãos de Dom Wellington de Queiroz Vieira.
A celebração foi profunda e contou com a participação do clero local, alguns diáconos permanentes da Arquidiocese de Palmas, religiosas e religiosas, seminaristas que contribuíram para com a celebração, familiares do diácono, paroquianos da comunidade Santo Antônio e da paróquia São Miguel Arcanjo. Foi um momento de grande alegria.
Além do que ocorreu na celebração, é oportuno evocar o que a Igreja ensina a respeito do diácono. A ordenação dos diáconos destina-se ao serviço. “No grau inferior da hierarquia, encontram-se os diáconos. As mãos lhes são impostas ‘não para o sacerdócio, mas para o serviço. ’” (Catecismo da Igreja Católica n.1569). “Cabe aos diáconos, entre outros serviços, assistir o Bispo e os padres na celebração dos divinos mistérios, sobretudo na Eucaristia; distribuir a Comunhão; assistir ao Matrimônio e abençoá-lo; proclamar o Evangelho e pregar; presidir os funerais; consagrar-se aos diversos serviços da caridade” (Catecismo da Igreja Católica n.1569). Em síntese, o diácono configurado a Cristo servidor de todos, pela recepção do primeiro grau da ordem é: “ministro da palavra, do altar e da caridade” (Ritual de bênçãos, n.18).
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e Santo Antônio de Pádua ajudem esses novos diáconos a levar adiante a missão que lhes fora confiada.
Texto: Diác. José Roberto












